quarta-feira, 1 de abril de 2009

fortalecer

Tarda, mas não falha. As ansiedades previstas aos planos que se fazem nessavida geral ritmos acelerados ao coração, os sentimentos se edificam, aglomeram-se e deixam que a carência ultrapasse a fala. Não precisa ser dito, as atitudes já mostram as lacunas. O mundo precisa de atenção, Nãoi Judie da displicência que pede socorro para todos os passos que são dados, a insegurança costuma dar ouvidos ao que não é importante. A segurança torna-se inaudível, deturpada, vaga pelos quatro cantos e volta ao mesmo lugar. Um lugar profundo e vazio. A apatia de alguns momentos dirá da imperfeição, da instabilidade resultante do "tudo" que não se vê completo, porque o ser humano é assim, quanto mais, melhor. Não se sabe mais o limite da realização. E que definição o "tudo" poderia ter? Além mar, além ego, além das realizações completas que não se ponderam na sua estabilidade? E nesse ínterim coloca-se a felicidade. Pobre dela, tão simples, fora colocada sobre conotações tão fortes. Sufocada, ela pede pra sair, mas se vê
contida no masmo das palavras de negação. Feliz, a repetição da palavra ecoa e é meismo intrigante, ser feliz é muito mais do que as expressões contidas nos personagens de "happy End". Mas não tem como defini-la ao certo, nada pude decorar, é complexo e sensitivo demais para por no jogo das palavras. Salvo, é lógico, perceptível em desamasia. Os poetas fazem com propridade essa sensação. As poesias servem para isso, transpassam o estado da alma e traduzem a claridade da felicidade. Sim, porque ela é tão clara, tão leve, que ás vezes não se consegue enxergar, nem levar consigo. As fadigas são presunçosas, geram desanimo, má-fé, decompõe os seus afetos tão bem estruturados, causam dicotomia e faz com que não se reconheça mais.
Cansada, eu? porque pareço? talves, um pouco...
Mas, um pouquinho do ser feliz é não desistir fácil do que te faz bem, é não depositar as esperanças da amargura inquieta. Antes de dar vez ao preto e branco, recarregue as cores, ao começar pelo amarelo, der conta da força do sol, o amanhecer dorna-se mais nítido, e deixe que as boas energias ter tragam de volta a esse horizonte de partida chamado dia.
cores são denominadas sentimentos, tais quais quero representa-los, porque não me perguntar se que eu sinto ainda é vivo, como o vermelho? fosco como o cinza?
eu te direi com todas as palavras que continua vermelho não tão ofuscante não tão acezo feito chama, mas continua aqui, busca em mim o que te faz feliz, busca em ti um sentimento por mim, qualquer resentante...
te deixei partir, não fui produtente, talves eu não tenha lutado o suficiente te insino a me amar se quiseres, mas tu continuas sendo um enigma pra mim da minha memoria escapa por vezes se te conheci, se ti proteji, isso tudo bate na minha cabeça ocila se eu aji com o coração ou apenas com a razão, mas qual será ela tão injusta? a vida é curta venha me buscar...


absorvo as experiências que me fazem acreditar na lua, que por mais que você não queira, está no céu amanhã, de novo. E isso.

Um comentário:

Anônimo disse...

esse é o tipo que tu lê, e diz ''o cara é fera'' o.õ
disse tudo.


*-*